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RETIRO DOS GRUPOS ASAS DE ÁGUIA E HORIZONTE
07 a 09/10/16 
Nos dias 07 a 09 pp. aconteceu na Casa de Retiros Ermida N. Sra. da Ssma Trindade o Retiro Anual dos grupos Asas de Águia (Rio de Janeiro) e Horizonte (Nova Iguaçu). Cerca de 30 participantes e duas crianças vivenciaram momentos de meditação, oração e partilha de vida onde a natureza convida a refletir conforme a música de Pe. Cireneu Khun - “tudo está interligado nessa casa comum”. A Ermida, casa e ambiente, preparados com harmonia e carinho pela equipe da Casa de Retiros.  
Acolhidas/os pelo Amor e no Amor da Ssma Trindade refletiram sobre a vocação cristã e familiar. Amparados pela Palavra de Deus permitiram-se “ouvir como discípulas/os”. Os passos da Leitura Orante auxiliou na experiência de oração. Os “olhos fixos em Jesus” fortaleceu cada momento experienciado e motivou cada participante a voltar para suas realidades convictos de que devem viver “em estado de missão”: na família, na comunidade e na sociedade, buscando ser SAL, FERMENTO E LUZ. 
São Pedro e São Paulo: duas colunas da Igreja
   MINHA IDENTIDADE “escondida em Cristo” “E vós, quem dizeis que eu sou?” (Mt 16,15) Nos evangelhos sinóticos, esta pergunta sobre a identidade de Jesus ocupa um lugar destacado. Ela nos oferece as respostas do povo e da comunidade de discípulos, personalizados em Pedro.
   Como seus seguidores, devemos continuar nos perguntar “quem é Jesus?”. Aqui não se trata do conhecimento externo da pessoa de Jesus: quando e como viveu, quem são seus pais, em que cultura viveu, qual era seu entorno social e religioso; nem sequer se trata de conhecer e aceitar sua doutrina.
   
   Nosso seguimento está fundamentado no Jesus que encarna o ideal do ser humano querido por Deus, Aquele que nos revela, ao mesmo tempo, quem é Deus e quem é o ser humano. Por isso, a pergunta que devemos responder é: “quê significa Jesus, para mim?” É preciso deixar muito claro que não se pode responder a essa pergunta se não nos perguntamos ao mesmo tempo: “quem sou eu?” . O encontro com a identidade de Jesus és-vela nossa própria identidade.
 
   Na realidade, a pergunta pela identidade é a mais importante de todas aquelas que podemos nos fazer: “Quem sou eu?” A rigor, essa é a primeira e essencial pergunta. A resposta adequada à mesma nos liberta da ignorância, da confusão e do sofrimento. Faznos livres e nos possibilita viver na luz. Porque o objetivo de nossa vida não pode ser outro que o de viver o que somos. E isso não é algo que devemos “alcançar”, “conseguir” ou “conquistar”..., mas, simplesmente, reconhecer. Trata-se de cair na conta ou compreender quem somos. Ao compreender isso, emerge a plenitude, a sabedoria e a alegria. Dito de outro modo: a causa de muitos sofrimentos existenciais não é outra que a ignorância ou inconsciência de nossa identidade profunda. O grande místico cristão do séc. XIII, Mestre Eckhart, repetia essa expressão contundente: “Meu solo e o de Deus são o mesmo”. Em outras palavras: a Rocha é o divino que nos habita. No caminho do Seguimento de Jesus vamos tirando os véus que bloqueiam e obscurecem nossa visão, permitindo que aflore resplandecente nossa radiante identidade.
 
   No evangelho de hoje, Jesus revela sua identidade (“Messias, o Filho do Deus vivo”) e, ao mesmo tempo, és-vela a identidade de Pedro: “Tu és “petros” (pedregulho) e sobre esta “petra”(rocha) edifica-rei minha igreja”. Pedro se torna rocha firme (“petra”) quando se apoia na identidade de Jesus (a verdadeira Rocha). Pedro, que era “petros” (pedra de tropeço no caminho), foi sendo transformado, através da identificação com Jesus, em “petra”, rocha firme da primitiva comunidade cristã.
 
   Dessa forma, o Simão que era “petros”/pedra se converte em “Petra”/rocha firme, porque o mestre és-velou a nobreza que estava escondida no coração dele, ou seja, sua verdadeira identidade sobre a qual o mesmo Jesus iria edificar sua igreja. Todo ser humano possui dentro de si uma profundidade que é o seu mistério íntimo e pessoal; trata-se do “EU original”, aquele lugar santo, intocável, onde reside o lado mais positivo da pessoa. É aqui onde a pessoa encontra a sua identidade pessoal; trata-se do CORAÇÃO, da dimensão mais verdadeira de si, da sede das decisões vitais, lugar das riquezas pessoais, onde vive o melhor de si mesma, onde se encontram os dinamismos do seu crescimento, de onde parte as suas aspirações e desejos fundamentais, onde percebe as dimensões do Absoluto e do Infinito da sua vida. O próprio ser é a rocha consistente e firme, bem talhada e preciosa que cada pessoa tem para encontrar segurança e caminhar na vida superando as dificuldades e os inevitáveis golpes da luta pela vida. Com confiança em si e na rocha do próprio interior todas as forças vitais se acham disponíveis para crescer dia-a-dia, para a pessoa se tornar aquilo que originalmente é chamada a ser.
 
   Descobrir a própria identidade pessoal é situar-se na linha da orientação e sentido da vida. A pessoa deve ter a capacidade de voltar sobre si mesma e perceber por onde está sendo conduzida e porquê. Concretamente, isso pressupõe uma atitude de atenção e escuta que permitem à pessoa situar-se diante do “para onde” e “para quê”, diante da motivação básica do viver e do agir, diante da “intenção” com que faz as coisas... “Viver em profundidade” significa “entrar” no âmago da própria vida, “descer” até às fontes do próprio ser, até às raízes mais profundas. Aí se pode encontrar o sentido de tudo aquilo que é, o porquê do que se faz, se espera, busca e deseja. “Descobrir a si mesmo” é descobrir que no próprio interior há um movimento infinito de construção de si, de identidade em expansão... que se torna possível graças a um constante arrancar-se do imobilismo e da paralisia existencial que impedem o fluxo da vida.
 
   Nossa existência não pode ser de anonimato e indefinição. Ela exige identidade clara e bem definida. Normalmente confunde-se a identidade com certas “marcas distintivas”: o nome, a profissão, a posição social, política ou religiosa, a função... A identidade, no entanto, é dinâmica, histórica, fecunda, aberta ao desconhecido, aventureira...; ela é lugar de expansão e de manifestação da livre circulação do impulso vital, que faz de cada ser humano um “sopro divino vivo”. Esse movimento não permite mais que se responda à pergunta: “Quem sou eu?”, pois o ser humano não é, ele se “torna”.
 
   O ser humano é um contínuo “tornar-se”, um “vir-aser”, um “ek-sistir”, capacidade de ir além de si e adiante de si, no movimento de infinita transcendência. Só transcende quem se aproxima da própria interioridade, do próprio coração. Ter identidade é viver em contato com as raízes que nos sustentam. Em contato com a fonte e na viagem para dentro, clareia-se a visão de nós mesmos, da nossa originalidade e dignidade. Há uma força de gravidade que nos atrai progressivamente para o mais profundo de nós mesmos, onde Deus nos espera e nos acolhe, e onde encontraremos a nossa própria identidade e a verdadeira paz. “Que eu me conheça e que te conheça, Senhor! Quantas riquezas entesoura o homem em seu interior! Mas de que lhe servem, se não se sondam e investigam” (S. Agostinho). De “petros” a “petra”: esse é o és-velamento que acontece em todo seguidor de Jesus quando escuta e vive sua Palavra, proclamada no Sermão da Montanha. Nossa identidade profunda é constituída pela fragilidade/petros e pela fortaleza/petra.
 
   Só no encontro com Aquele que é a Rocha firme é que transparece a “petra” que está oculta em nosso interior. Texto bíblico: Mt 16,13-19 Na oração: A oração é o caminho interior que faz a pessoa chegar até o próprio “eu original”, aquele lugar santo, intocável, onde reside não só o lado mais positivo da és-soa, mas o mesmo Deus. Este é o nível da graça, da gratuidade, da abundancia, onde a pessoa “mergulha” no silêncio à escuta de todo o seu ser. Através da oração a pessoa desce a uma dimensão mais profunda e assim chega à corrente subterrânea. Aqui ela experimenta a unidade de seu ser. Coloque-se diante da verdade de Deus, na verdade de si mesmo: - que resposta você daria, agora, se um repórter lhe entrevistasse e lhe perguntasse: “quem é você”? - o que você colocaria na sua carteira de identidade que lhe diferenciasse de todas as outras pessoas? Quais seriam os seus sinais digitais mais originais? Quais os seus sinais digitais divinos? (as “marcas” de Deus); - o que em você é “rocha” consistente, fundamento inabalável?
(Pe. Adroaldo, SJ)

Fotos da celebração dos 70 anos de fundação

Oração à Ir. Maria Celeste

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Ó Serva da Santíssima Trindade, Ir. Maria Celeste Ferreira, ajuda-nos a buscar em tudo a glória de Deus!

Interceda ao Pai, em nome de Jesus, para que nos envie o Santo Espírito!

Espírito de discernimento para as horas de decisões,

Espírito de Luz para iluminar todas as trevas,

e que jamais percamos Jesus de vista!

Na oferenda feliz e radical de sua vida, experimentaste o esvaziamento da cruz e o júbilo da ressurreição no Filho Amado!

Abençoa com sua ternura de mãe, nossas famílias, filhos e filhas, nossas comunidades

trinitárias, nossos trabalhos para uma sociedade à luz da comunidade melhor: a Santíssima Trindade!

Glória ao Pai,

Glória ao Filho

e Glória ao Espírito Santo! Amém!

No Rio, as comunidades das Servas celebraram com os Leigos/as Trinitários os 70 anos de fundação da Congregação

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     O dia 15 de junho amanheceu ensolarado. Uma quarta-feira que para as Servas da Santíssima Trindade foi vivenciada com especial alegria e gratidão. É dia de festa, dia de celebrar os 70 anos de vida-missão da Congregação. Reunidas com a comunidade das Irmãs da casa central da Congregação, a comunidade da Casa de Retiros Ermida, Miguel Pereira/RJ, a comunidade em missão no Bairro Amapá, D. Caxias/RJ e os/as Leigos/as Trinitários celebraram a Ação da Trindade na história das Servas nesses 70 anos. A Celebração Eucarística foi presidida pelo Monsenhor Gustavo Euler.
 
A leitura dos Alicerces da Congregação e a iluminação Bíblica, no Evangelho de João 2, 1-11 nortearam esse momento de graça, de benção, de reconhecimento do Amor Misericordioso de Deus Trindade na Vida de cada Serva, na missão da Congregação ao longo dos 70 anos. “Na comunhão com a Santíssima Trindade, descobrimos que nossa vocação cristã e formar a comunidade humana segundo o plano de Deus: todas as pessoas remidas pelo sangue de Cristo, guiadas pelo Espírito Santo na busca do Pai.” (constituições das Servas n. 11) “Devemos ser presença para que as pessoas descubram DEUS PRESENTE.” (Const. Servas n. 112) Nossa missão se dirige a todas as pessoas, sem distinção de classes sociais... entretanto devemos dar preferência aos pobres, a exemplo de Cristo, se ouvirmos os apelos do mesmo Espírito que O ungiu. (cf. Lc. 4, 18-19; Const. n. 115) Em nossa vivência e em nossa missão estejamos atentas aos “sinais dos tempos” no processo histórico dinâmico de um mundo em transformação, do qual decorrem novas exigências e experiências nos vários níveis sociais. (cf. Const. N. 116)
 

Celebrando os 70 anos de fundação

da Congregação das Servas da SSma. Trindade

No Jubileu Extraordinário da Misericórdia, celebramos o septuagésimo aniversário de nossa querida Congregação!

O significado do 1º de Maio
   O Primeiro de Maio é tratado, equivocadamente, como Dia do Trabalho. Visitemos sua história para entendermos que, na realidade, é Dia de Luta da Classe Trabalhadora, e procuremos celebrá-lo de acordo com seu verdadeiro significado, visando o bem comum e, acima de tudo, o Reino de Deus.
 
Como surgiu esse dia? Imaginemos milhões de pessoas trabalhando das 6 da manhã às 10 da noite, ou seja, 16 horas por dia, seis dias por semana, recebendo salários miseráveis, morando em condições extremamente precárias, estando frequentemente doentes e não tendo nenhum direito trabalhista garantido por lei. Assim era a condição dos trabalhadores, entre os quais milhões de crianças e mulheres, há pouco mais de 100 anos, no mundo todo.
 
Os trabalhadores de então se organizaram, criaram sindicatos e começaram a lutar por uma jornada diária de 8 horas de trabalho. Passaram a fazer manifestações para conseguirem esse e outros direitos. Foi assim que na cidade de Chicago, nos Estados Unidos, no dia primeiro de maio de 1886, milhares de trabalhadores em greve, saíram às ruas, reivindicando a redução da jornada de trabalho para 8 horas.
Eles foram fortemente reprimidos. Muitos foram mortos e alguns foram condenados à prisão perpétua. Quatro deles foram
enforcados. Por esse fato, três anos mais tarde, um grande encontro mundial de trabalhadores realizado na França, declarou o dia primeiro de maio como um dia de luta, no qual os trabalhadores e trabalhadoras saem às ruas para exigir seus direitos.
 
Desde então, as lutas da classe trabalhadora se espalharam pelo mundo inteiro. Hoje, temos muitos direitos garantidos, graças a essas lutas. Há outros ainda por conquistar. No entanto, estamos correndo riscos de perder muitos direitos já adquiridos.
 
No Brasil, por exemplo, a maioria dos deputados e senadores, por serem empresários ou terem sido eleitos com o apoio empresarial, decidem leis a seu favor, que prejudicam a classe trabalhadora. É o caso do Projeto de Lei 30/2015 da Câmara Federal, que aguarda decisão do Senado. Ele quer favorecer ainda mais a terceirização do trabalho, acabar com os pisos salariais que já são baixos, cortar direitos adquiridos em convenções coletivas e fragilizar ainda mais a organização dos trabalhadores.
 
Devemos nos perguntar se outras decisões de caráter trabalhista e político no âmbito do Congresso Nacional, não estariam nessa mesma lógica. Se ficarmos como expectadores dessas decisões, ou ingenuamente favoráveis, em lugar de conquistarmos novos direitos, perderemos os que já temos.
 
Como celebrar, então, o Primeiro de Maio, senão pela continuidade da luta por melhores condições econômicas e pela ampliação de direitos sociais e culturais. Por isso, nesse dia, em lugar de churrasco e futebol de empresas, que tal atividades educativas que esclarecem o momento político atual e sua relação com o presente e o futuro da classe trabalhadora deste país?
 
Que tal incluir nessas atividades um estudo sobre a Doutrina Social da Igreja, particularmente a Encíclica sobre o Trabalho Humano, do Papa João Paulo II, de 1981? Vale a pena entendermos que desde a perspectiva da fé cristã católica, lutar em favor do que é justo para a classe trabalhadora significa lutar em prol do bem comum, que sinaliza na história o Reino definitivo de Deus.
 
Dom Reginaldo Andrietta, Bispo Diocesano de Jales
Jales, 25 de abril de 2016.
Fonte ADITAL

Betânia: Ícone do Discipulado

   Este foi o tema do Retiro que aconteceu na Casa de Retiros Ermida Nossa Senhora da Ssma. Trindade, em Miguel pereira/RJ, nos dias 09 a 16 desse mês. Betânia que quer dizer: Casa da Acolhida. Assim, a Ermida durante os dias de retiro foi a “nossa Betânia”: um Espaço Sagrado  de Vida, Encontro e Oração. Um tempo de graça e Luz de Deus! Convivemos e experimentamos o Amor Serviço de Jesus, bebendo na Fonte-Palavra do Mestre que nos reabasteceu. Guiadas pelo Espírito Santo e orientado por Irmã Silvânia Aparecida Pereira Coelho, fomos motivadas a entrar  na Ciranda da Casa de Betânia e ali nos encontrar com Jesus, Marta, Maria e Lázaro.
 
Os textos bíblicos, as dinâmicas de orações, as partilhas propiciaram-nos experimentar da intimidade e cumplicidade da “família” de Betânia.
Irmã Silvânia contou com a ajuda de Irmã Helena T. Rech, que se disponibilizou em alguns dias motivando as orações com o grupo e nas partilhas espirituais das exercitantes do retiro. Vinte Religiosas de diferentes Congregações fizeram essa experiência.
 
(Relato da Irmã Marli Nascimento da Cruz – Servas da Ssma Trindade)
 

Confraternização da Comunidade

Santa Rita de Cássia – Bairro Amapá 

– Duque de Caxias/RJ

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   "Se permanecerdes no Amor, dareis muitos frutos!" (cf. Jo. 15,5b)
Dia 20 de novembro foi de muita alegria e benção de nosso Deus para Comunidade Santa Rita de Cássia do Amapá, com várias pessoas da Comunidade N. Sra. dos Mártires e algumas pessoas de outras comunidades. A Comunidade se encontrou no sitio “3 Irmãos”, para um dia de Lazer. Mais de 120 pessoas entre crianças, adolescentes, jovens, adultos e idosos.
Uma boa conversa com amigas (os), uma partida de Futebol, um banho de piscina, dança, encontro de famílias, jogos!!
 
               
Um delicioso café da manhã - "coffee break" (rsrsrs), almoço partilhado, que beleza, que saboroso, quanta fartura!
    
    
Após o almoço sorteios de brindes e SHOW DE PRÊMIOS.
   
Nosso coração bate feliz por esse momento de graça e descontração!
Bendizemos nosso Deus Pai-Mãe que nos reuniu em Comunidade!

 

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