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Missão

COMPAIXÃO: atributo divino e que nos diviniza

(Pe. Adroaldo, SJ)

10º DOMINGO DO TEMPO COMUM

“Ao vê-la, o Senhor encheu-se de compaixão por ela e disse: ’Não chores!’” (Lc 7,13)

 

Segundo a Revelação bíblica Deus é compaixão e misericórdia. Ele se sente “afetado” ao relacionar-se com o ser humano. Deus não é insensível. Nele há emoções que, longe de significar imperfeição, manifes-tam sua proximidade e o compromisso para com cada ser humano.

A compaixão é uma atitude permanente de Deus, e não uma atitude ocasional que surge em determinadas situações. É um “modo de ser” divino. Precisamente aí temos uma luz que nos indica que a compaixão humana não surge unicamente ali onde há sofrimento. É uma atitude permanente e habitual, um modo de relacionar-nos e encontrar-nos uns com os outros. Não se pode identificá-la, nem reduzi-la a ter pena.

Neste sentido, a compaixão é um princípio ético que permite relacionar-nos com os outros a partir dos afetos profundos, das entranhas.

De fato, o vocábulo latino “cum-passio” que traduz o vocábulo grego “simpatia”, é uma palavra composta de “com”, comunicação, e “paixão”, afeto por alguém. Na compaixão se trata de um intercâmbio afetivo e efetivo. Compaixão é interação; não é um sentimento superficial, passageiro ou paternalista. É a capacidade de sentir como o outro sente, colocando-se em seu lugar, buscando ver as coisas como ele as vê. Por isso, a compaixão significa também a capacidade de pôr amor onde há dor; ela permite passar da fria justiça ao calor do amor; a compaixão torna possível ir mais além da dura lei para viver a alegria do Evangelho.

 

A compaixão constitui, junto com a gratuidade, a coluna vertebral da mensagem e da prática de Jesus.

A ética compassiva de Jesus de Nazaré é nuclear em seu evangelho, em sua boa nova, até o ponto de que no relato do juízo, no final dos tempos, ela vai ser o “teste do exame final”: “...tive fome e me destes de comer; ...estava nú e me vestistes; enfermo e me visitastes; preso e viestes me ver” (Mt 25,35-36).

A ética compassiva, pois, é o sentimento que continuamente perpassa sua pregação, seus ensinamentos e sua vida, como se manifesta nesta cena de hoje, na entrada da cidade de Naim.

Normalmente passamos pela vida e não vemos nada; ou somos cegos ou não temos coração; outros passam pelo mesmo caminho e se deixam impactar pelas situações com as quais se encontram.

Jesus é um desses que sempre encontra algo em seu caminho que toca seu coração. Para Ele, os caminhos da vida estão sempre cheios de surpresas, de interrogações, cheios de gente, cheios de dor e sofrimento...

O seguidor de Jesus deve ser alguém que, por onde vai, sabe olhar e escutar, para não passar pela vida como cego e surdo. E esta deveria ser a pergunta que deveríamos fazer continuamente: “Quê vimos ou ouvimos desde que saímos de casa?

Jesus se aproxima de Naim. A cena não é nada simpática. Um funeral de um jovem “filho único” e uma mãe que se desfaz em lágrimas de dor e que, além disso, era viúva. Ela está passando por uma dura prova. A perda de seu filho supunha também a perda de dignidade e consideração na sociedade onde vivia, além de ter sofrido a perda de seu marido, que lhe assegurava estabilidade e respeito.

As lágrimas são como a linguagem do coração que sofre. E quem não se sente comovido pelas lágrimas de uma mãe sofredora? O coração de Jesus é demasiado sensível para não deter-se diante da dor de uma mãe. É a compaixão do Pai que O faz tão sensível diante do sofrimento das pessoas.

Por isso, “ao vê-la, encheu-se de compaixão”.

Lucas, o evangelista da misericórdia, mais uma vez nos des-vela, em Jesus, o rosto do Deus compassivo diante da miséria humana. A expressão ‘encheu-se de compaixão’ não consegue traduzir a força da palavra original, que evoca as entranhas, o seio maternal. Jesus deixa transparecer os sentimentos de ternura maternal e de compaixão para com aqueles que estão na miséria. Ou seja, Ele não tem como permanecer insensível a um tal sofrimento. Por isso, intervém para aliviar a miséria desta pobre mulher.

Comentando o relato de Lucas, o padre Léon Paillot escreve: “A viúva de Naim tinha uma chance: seu filho. Economicamente falando, era importante: ela tinha como viver. E no plano afetivo, ela não estava sozinha: seu filho era para ela como uma presença continuada de seu marido, como o testemunho de um grande amor. E seu filho morre! Coloquem-se no lugar desta mulher. Ela está agora na miséria mais extrema. Seu horizonte está totalmente encoberto. Não há mais nenhum futuro para ela. É como se ela também tivesse morrido”.

 

O relato de hoje nos diz que há dois cortejos que se encontram na entrada da cidade de Naim: a multidão que segue Jesus; uma grande multidão, alegre, que se dirige para a cidade, isto é, para o lugar da vida. A outra multidão, ao contrário, sai da cidade e se dirige ao cemitério, isto é, ao lugar da morte.

 

No momento em que as duas multidões se encontram, Jesus se detém e mobiliza a todos a olhar com atenção para aquela triste cena: um jovem é levado para ser sepultado.

Léon Paillot escreve: À multidão alegre que segue atrás da vida, Jesus diz: “vocês não tem o direito de passar ao largo do sofrimento e da miséria humana sem parar. Eu, Deus, parei. Também meus discí-pulos devem parar”.

Jesus não conhece a mulher, mas se deixa impactar pela situação dela, se solidariza com ela, olha-a com atenção e a leva em consideração. Capta sua dor e solidão, e se comove até as entranhas. O abatimento daquela mulher lhe atinge o mais profundo. O pranto da viúva é o grito silencioso de uma mulher que sente não só a perda de seu filho mas também seu destino de vulnerabilidade, exclusão e desigualdade. É o pranto que denuncia o machismo e a discriminação social.

A reação de Jesus é imediata: “Não chores”. Ele não pode ver ninguém chorando. Precisa intervir.

Não pensa duas vezes; detém o enterro, aproxima-se do féretro, toca o esquife e diz ao morto: “Jovem, eu te ordeno, levanta-te!” Esta é a palavra chave de Jesus: que o filho da viúva se levante... que retome seu caminho. Quando o jovem se ergue e começa a falar, Jesus o entrega à sua mãe para que deixe de chorar. De novo estão juntos; a mãe já não estará mais sozinha. E aquele que era levado a caminho do cemitério, regressa agora à sua casa, tomado pela mão de sua mãe. Jesus não só ressuscitou o filho; também ressuscitou a mãe. Secaram-se as lágrimas e o sorriso voltou a florescer em seus lábios.

Tudo parece simples. O relato não insiste no aspecto prodigioso daquilo que Jesus acaba de fazer. Convida os seus leitores para que vejam n’Ele a revelação de Deus como Mistério de compaixão e força de Vida, capaz de salvar inclusive da morte. Jesus transgride de novo as regras excludentes daquela sociedade, devolvendo a vida e a dignidade à mulher.

 

Essa mensagem de Lucas é uma mensagem de esperança. A morte não pode ter a última palavra sobre a vida. Deus nos quer vivos e devemos nos deixar conduzir pela vida.

A estratégia de Jesus não é de tipo assistencial, mas libertador. Não ajuda passivamente à viúva, senão que lhe entrega seu filho, para que iniciem um novo caminho, ativo, comprometido, no seio da comunidade.

Em Sua mensagem e em Sua atuação profética pode-se escutar este grito de indignação: o sofrimento dos inocentes deve ser tomado a sério; não pode ser aceito como algo normal, pois é inaceitável para Deus.

A compaixão que Jesus introduz na história reclama uma maneira nova de nos relacionar com o sofri-mento que há no mundo. Para além de imperativos morais ou religiosos, Jesus está exigindo que a com-paixão penetre mais e mais nos fundamentos da convivência humana e se torne um “estilo de vida”.

 

Texto bíblico: Lc 7,11-17

 

Na oração: Na Igreja temos de recuperar, o quanto antes, a compaixão como estilo de vida próprio dos segui-

dores de Jesus. Devemos resgatá-la de uma concepção sentimental e moralizante que a esvaziou de sentido. A compaixão que exige justiça é o grande mandato de Jesus: "Se compassivos como vosso Pai é compassivo”.

- Quê lugar ocupa a “compaixão” em minha vida interior, em minha vida espiritual, em meu compromisso diário, no horizonte de minha vida?

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   A comunidade pertence à paróquia São Francisco de Dourados/MS

No domingo (22/05), a Comunidade Nossa Senhora da Santíssima Trindade, de Dourados viveu um momento divino. O bispo da Diocese de Dourados, Dom Henrique Aparecido de Lima, presidiu a missa em que o Altar da Igreja foi Consagrado. E a Imagem de Nossa Senhora da Santíssima Trindade foi entronizada.

Concelebrado pelos padres Alex Dias, Marcos Roberto, Diácono Vanderlei. Esse momento solene contou com a participação do Acólito Carlos, Seminaristas, representantes da Paróquia São Francisco da qual a Capela faz parte, e as Irmãs Elisa Bisol, Leíza Azenaide Lima e Severina Ermínia de Lima, Servas da Santíssima Trindade, que nesse dia da Festa da Ssma Trindade participaram desse momento solene com grande alegria.

A celebração marcou pela organização. Ao final Pe. Alex Dias, pároco da São Francisco, apresentou toda a coordenação e fez os agradecimentos também ao bispo Dom Henrique. Logo após, foi servido um Coquetel partilhado.

(fonte Redação Notícias da Radio Coração – Dourado/MS 23/05/16

Feliz Páscoa !!!

27/03/2016

   Nas madrugadas escuras que passamos em nosso País, Acreditemos no poder da VIDA do RESSUSCITADO. Unamo-nos às mulheres que não temeram a escuridão da morte, nem os perigos de sair dos muros de Jerusalém, pois carregavam no coração a certeza da VIDA no AMADO. Levaram aromas, bálsamo e os perfumes carregados da mais viva Esperança. A luz brilha mais forte quando é noite, escuridão.

 

Precisamos celebrar a VIDA que ressurge da noite escura, dos escombros desoladores que vivenciamos, das pessoas traficadas, das crianças abandonadas, da nossa mãe terra violentada, machucada, com tantas cicatrizes, Corramos sem medo, pois a VIDA é mais forte que a morte! A VIDA venceu a morte! Com o coração de Maria de Magdala, sejamos as primeiras a contemplar Jesus Ressuscitado e proclamar para todo mundo: “EU VI O SENHOR”! A vida sempre vencerá.

 

Com carinho, Ir. Helena T. Rech STS PÁSCOA DE 2016

 

 

 

 

 

 

 

A Nova mulher nascida da misericórdia! Na aurora da Páscoa a mulher espera no jardim! Banhada pela misericórdia vertida do Coração do Ressuscitado, ela levanta com alegria e corre para o abraço da vida ressurgida. A criação toda experimenta a força da semente que debaixo da terra se rompe em cores, harmonia e beleza: Aleluia! Aleluia! Aleluia! Contemplemos na Face do Cristo Ressuscitado, a misericórdia do Pai, derramada em nossos corações e no universo, pelo Santo Espírito que nos foi dado! Que o Mistério Pascal preencha sua vida com os mesmos sentimentos do Filho Amado Jesus. Nele experimentemos sempre mais a ternura da misericórdia e o compromisso de sermos misericordiosas. Feliz Páscoa!

 

(texto da Ir. Gelza Maria F. Ribeiro, sts)

 

 

Amor Incondicional

  

UMA ETERNA

RELAÇÃO DE AMOR

 

   Desde sempre e para sempre a vida e tudo que habita nossa “Casa Comum” é relacional.

A vida é movimento relacional, circularidade trinitária. Relação para dentro, para fora, para os lados, para o alto. Neste movimento múltiplo relacional: eu, você, nós, pequeno punhado de terra é modelada pelas mãos ternas do Pai, do Filho, da Ruah e nos tornamos à imagem e semelhança dos Três.

A “Imagem” está gravada em nosso ser: somos seres em relação, esta é nossa vocação. A “semelhança” nós a construímos no cotidiano, reconciliando-nos conosco, com nossos semelhantes, com a Comunidade de Vida. Com o Amado semeamos e regamos no dia a dia, dons e valores para fecundar o humos que somos e deixar florescer relações humanas, humanizadoras e humanizantes. Configuradas/os com Ele, habitamos o coração da Trindade e somos “Tenda de Ternura” que acolhe, ama e restaura o humano fragilizado.

 

Helena T. Rech STS

ERMIDA, 17/02/2016

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Campanha da Fraternidade Ecumênica 2016

Tema: “Casa Comum: nossa responsabilidade”

Lema: “Quero ver o direito brotar como fonte e correr a justiça qual riacho que não seca”(Am 5,24)

 

 

Visando um maior conhecimento e comprometimento quaresmal e ao longo do ano, a paróquia Santo Antônio do Argoim promoveu nos quatro setores encontro para estudo e aprofundamento sobre a CF 2016. As lideranças que partciparam estiveram muito atentas. A questão que perpassou o encontro foi a mesma entre todos: o que podemos fazer para melhorar a vida no nosso planeta? A responsabilidade é de todos e todas nós portanto comecemos agora a preservação da vida.

 

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   ENCONTRO DAS COMUNIDADES TRINITÁRIAS

 

Tema: Trindade Oleira das Nossas Vidas

Sub-Tema: Sou Barro nas Mãos da Trindade.

 

   A Comissão organizadora do 6º Encontro das Comunidades Trinitárias (Servas da Santíssima Trindade, Missionárias da Santíssima Trindade e Peregrinos da Trindade)  esteve reunida na Casa das Irmãs Missionárias da Santíssima Trindade, em Santo Antonio de Jesus-BA, para a 4ª Reunião preparatória.

À luz da Palavra de Deus no texto de Is. 64,7 "Mais agora, Javé, Tu és nosso Pai. Nós somos o barro, e Tu és nosso oleiro. Todos nós somos obras de Tuas mãos”  que norteou o encontro foram  tomadas as  decisões e encaminhamentos para o encontro que acontecerá nos dias 25 a 29 de maio próximo.

 

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É TEMPO DE ADVENTO E NATAL 2015

 

Na plenitude dos tempos...

“O Verbo se fez carne e habitou entre nós”. (Jo 1, 14)

Na Encarnação de Jesus a Trindade se manifestou

revelando todo seu amor paterno maternal:

- o Pai comunicou-nos sua graça no Filho Jesus,

- pelo sopro da Divina Ruah nos adotou como filhas e filhos, no Filho,

- no Espírito nos modela para transformar-nos em ícones, à imagens e semelhança de Jesus.

É através desta ciranda trinitária que chego até você, irmã, irmão, amiga, amigo, para lhe abraçar carinhosamente no início deste Advento e lhe fazer um convite: Vamos “presentear-nos” e presentear o mundo com algo novo e diferente neste Natal?

Vamos formar uma ciranda de oração e solidariedade pelas vítimas dos atentados no mundo; pelos desabrigados de Mariana e tantos outros lugares que igualmente são vítimas da “ganância” de uns poucos e do descaso das autoridades; pelos imigrantes e migrantes em busca de sobrevivência, fugitivos da violência e da fome; pela nossa “Casa Comum” e a “Comunidade de Vida” constantemente violentada, explorada, destruída, sofrida... O “Ano da Misericórdia” inicia-se no advento e é um grande apelo a toda a humanidade: cultivar um coração misericordioso, vivenciar a mística do cuidado e da compaixão, promover a paz, a justiça, a solidariedade, a reconciliação, a humanização...

Buscar a “cultura do encontro, do carinho, da paz...” tem sido palavras constantes do Papa Francisco ao mundo.

Este é meu presente de NATAL para você: ENTRAR NESTA CIRANDA. Vai ser tão bonito! e a melodia será inesquecível. Não se esqueça de passar adiante este presente.

 

ENTÃO... o NATAL não será um dia, mas todos os dias e poderemos desejar-nos com alegria: FALIZ NATAL ! FELIZ 2016!

Um abraço de sua irmã de caminho e de busca,

 

Ir. Helena T. Rech

 

Celebrando a Novena do Natal  Comunidade Trindade – Juiz de Fora/MG

   A celebração da novena do natal aconteceu na comunidade das Irmãs Servas da Ssma Trindade. Relata Ir. Marta Francisca, membro da comunidade. Ela continua: “Foi uma novena maravilha. 46 participantes assíduos. Refletimos sobre "Jesus o rosto da misericórdia do Pai". Reflexões belíssimas.

 

A novena foi preparada pela Editora Pão e Vinho de Guarapuava muito dentro da realidade. Cada dia um casal do grupo preparava. Muito bom foi a participação dos homens tanto em número como nas reflexões, por sinal  profundas. Tínhamos participantes desde 2 anos de idade até mais de 80 anos, o que ajudou a enriquecer o grupo e a partilha. Quão bonito ver como as crianças ajudarem na reflexão. As jovens também”.

Irmã Marta completou: “Esperamos que a misericórdia de Deus se estenda sobre toda a humanidade No próximo ano continuaremos uma vez por mês reflexão a pedido delas/es. Marcamos para todo dia 05”.

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Retiro de Jovens e Adultos na Casa das Servas

  

   A comunidade das Servas residentes no Bairro do Engenho Novo/RJ acolheu e orientou Retiro de encerramento do grupo de Iniciação Cristã de Jovens e Adultos da Capela Jesus Eucaristia, no dia 15 de dezembro.  Vivenciaram um dia de reflexão, oração e celebração sobre o AMOR MISERICORDIOSO DE DEUS.

As Irmãs Graciema e Rosa Maria estiveram com o grupo. Graciema abordou sobre a Misericórdia da Ssma Trindade em nossas vidas. Rosa, no final do dia, contribuiu abordando sobre VOCAÇÃO.

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Experiência da formanda Sarah Luisa - Missões Franciscanas 2015 

 

Eis o relato:

 

      Recebemos o convite da Província Santa Cruz – OFM para as Missões Franciscanas de 27 a 29 de Novembro na Paróquia Santa Isabel.

Sarah Luisa, (aspirante) esteve participando e nos representando como congregação.

A missão aconteceu nos bairros Citrolândia e Colônia Santa Isabel em Betim / MG. Lugar marcado por luta, sofrimento e resistência nas décadas de 30 a 60, onde viviam em colônias de hansenianos sendo obrigados a se isolarem em confinamento. Hoje, os portadores da doença vivem em um sistema aberto, circulando normalmente junto aos não portadores.

Houve visita a famílias e principalmente aqueles que por algum motivo se afastaram da vida eclesial, celebrações em todas as comunidades da paróquia, luau com os jovens e apresentação de teatro em forma de cordel sobre a Vida de São Francisco preparado pelos Junioristas Franciscanos.

É bonito perceber nas pessoas a fé e a esperança, a presença atuante de nosso Deus Trindade, que age em cada um de nós, e que agiu em Francisco de Assis, que se converteu ao encontrar-se com um leproso, reconhecendo nele, a presença de Deus.

 

Confraternização de Natal – Leigos/as Trinitários/as de Miguel Pereira/RJ

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

   Os Trinitários/as Leigos/as de Miguel Pereira finalizaram seus encontros quinzenais de 2015 com Celebração Natalina e Confraternização realizada no dia 07 de dezembro na Capela da Casa de Retiros Ermida. Mais de 40 pessoas, entre Trinitários/as e Familiares. O tema foi “Jesus Cristo, o Grande Presente de Natal” com um enfoque ao Ano Santo da Misericórdia, que está começando. Seguiu-se uma alegre confraternização com Amigos Secretos e a partilha dos comes e bebes.

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CELEBRAÇÃO  NATALINA

“ O GRANDE PRESENTE DE NATAL! “

 

 

   Acolhida:  Irmãos e Irmãs: na alegria do Natal, que vem chegando, celebremos este Encontro de Oração. Unidos a toda Igreja em

                  preparação neste Tempo de Advento, queremos abrir nosso coração à Luz do Natal

                 Que a Graça de N.Sr. Jesus Cristo, que nos visita, o Amor do Pai e a Comunhão do Espírito Santo estejam conosco!

Todos:    Bendito seja Deus, que nos reuniu no Amor de Cristo!                            

Leitora:  Amanhã, festa da Imaculada Conceição, tem início o Ano Santo da Misericórdia!

Anim. 1 “Deus pensou e quis Maria santa e imaculada no amor, para que se tornasse a Mãe do Redentor da humanidade.”

Todos:    Salve Maria, a Mãe do Redentor!

Anim.2  Na “plenitude do tempo”, quando tudo estava pronto segundo o seu plano de salvação,, mandou Deus seu Filho, nascido da

               Virgem Maria, para nos ver revelar, de modo definitivo, seu Amor e a sua Misericórdia.

Anim.1  “Quem vê Jesus, vê o Pai.’ Com sua palavra, seus gestos e toda a sua Pessoa, Jesus de Nazaré, revelas a Misericórdia de Deus!

Todos:    Jesus Cristo é o rosto da Misericórdia do Pai!

Anim.2  Neste Natal, do Ano Santo da Misericíordia, queremos abrir nosso coração para acolher o Amor Misericordioso da Trindade,

                que se manifesta em Jesus!

Todos:    Jesus Cristo é o rosto misericordioso do Pai!

Anim.1  Jesus é o Grande Presente de Natal, o Presente de Deus Pai!

Anim.2   Natal lembra Presente! Nunca devemos esquecer que os presentinhos entre nós são apenas Sinais do Grande Presente de

                Natal, JESUS CRISTO!

Leitora:  “Deus amou tanto o mundo que nos entregou seu Filho Único, para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha vida

                  Eterna. (Jo 3,16)

Anim.1    Veio para nos dar Vida, a Vida Plena, a Vida que não termina, a Vida Eterna!

Anim.2    Vida que é participação de sua Vida Divina e nos torna filhos de Deus!

Anim.1    Digamos, todos juntos, como nos disse o Apóstolo João em sua 1ª Carta: ( 1 Jo3,1):

Todos : “Vede que prova de amor nos deu o Pai, que sejamos chamados filhos de Deus e nós o somos!”

Anim.2   Este é o Grande Presente de Natal!

Todos:    Jesus Cristo é o Grande Presente de Natal!

Anim.1 Senhor, Deus Pai, Tua Misericórdia é sem fim. Tu queres a Salvação de todos. Por isso, nos envias Teu Filho Jesus, a LUZ do

              mundo!

Anim.2 As Velas Coloridas do Advento lembram Jesus, a Luz do mundo. E nos ajudam na preparação do nosso coração.

Anim.1 As Velas Roxa e Branca já foram acesas, no 1º e 2º domingos do Advento.

Todos:  Vela ROXA nos indica a penitência que João Batista nos convoca.  Vela BRANCA, para nos lembrar que nossa preparação

              é em união com Maria Imaculada, a Mãe de Jesus.

Anim.2 No próximo domingo será acesa a Vela ROSA, nos convidando para a alegria, pela certeza do Presente, que é JESUS!

Todos:  E a Vela VERDE será sinal de nossa Esperança! Está perto o Natal!

Anim.1   Neste Ano Santo da Misericórdia, nossa preparação seja principalmente por Obras de Misericórdia.

Anim.2 Redescubramos as Obras de Misericórdia corporal, como nos pede o Papa: dar de comer aos famintos, dar de beber os                           sedentos, vestir os nus, acolher os peregrinos, dar assistência aos enfermos, visitar os presos, enterrar os mortos.

Anim.1   E as Obras de misericórdia espirituais:aconselhar os indecisos, ensinar os ignorantes, admoestar os pecadores, consolar os aflitos, perdoar as ofensas, suportar com paciência as pessoas molestas, rezar a Deus pelos vivos e defuntos.

Todos:  Sejamos misericordiosos, como nosso Pai Celeste é Misericordioso- é o Convite de Jesus (Lc 6,36) É também nosso Programa para  o Ano da Misericórdia!

Tempo de silêncio        ( para fazermos nosso propósito...)

Anim.2   Com propósito no coração de preparar este Natal com Obras de Misericórdia, antecipemos a Celebração Natalina, ouvindo

                o Santo Evangelho.

Canto:    Eu vim para escutar, Tua Palavra, Tua Palavra, Tua Palavra de Amor!

                Eu quero viver melhor, Tua Palavra, Tua Palavra, Tua Palavra de Amor!

Leitora:    Evangelho de N.Sr.  Jesus Cristo, segundo S. Lucas  (Lc 2,1-14)

Todos:    Glória a Vós, Senhor!

                               (após a LeituraJ

Uma Voz:     O Filho do Pai Eterno, o Filho de Maria, nossa Luz e Salvação, se aproxima!

 

                                   Entrada do MENINO JESUS!

Canto:  Noite Feliz! Noite Feliz!/ O Senhor, Deus de Amor,/ Pobrezinho nasceu em Belém./

              Eis na lapa, Jesus, nosso Bem./ Dorme em paz ó Jesus, dorme em paz, ó Jesus!

                   

             Noite Feliz! Noite Feliz!/ Ó Jesus, Deus da Luz:/ quão afável é teu coração./

            Que quiseste nascer nosso Irmão./ E a nós todos salvar. E anos todos salvar.

 

            Noite Feliz! Noite Feliz!/ Eis que no ar, vem cantar/ Aos pastores os anjos do céu./

           Anunciando a chegada de Deus./ De Jesus Salvador! De Jesus Salvador.

Crianças:  Levam flores ao Divino Menino!

Mães:       Preces de algumas mães!    Seguem-se Preces espontâneas.

Animadora:  Acolhe, ó Pai, nossas Preces, por Teu Filho, Nosso Senhor. Amém!

                      Alegrando-nos pela Vinda do Salvador, peçamos a Bênção da SSma. Trindade!

Todos:                         

Bênção do Natal!

Bendito sejais, Senhor nosso Deus,

pelo Dom de vosso Filho Jesus,

e por tudo de bom que de Vós recebemos.

Abençoai nossa família,

Coma Luz desta Noite Santa.

Fazei que sempre tenhamos

O pão em nossa mesa e o amor em nosso coração.

Concedei-nos vossa Graça

E a proteção da Virgem Maria.

Não deixeis que nos falte a alegria e a paz,

Para podermos reparti-las com nossos irmãos e irmãs.

Bendito sejais, Senhor nosso Deus!  AMÉM!

 

 

            Irmã: Abençoe-nos, Deus todo Poderoso, Pai, Filho e Espírito Santo.  Amém!

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COMUNIDADE SÃO MIGUEL- DOURADOS-MS

 

   A presença das irmãs Servas na Diocese de Dourados iniciou no ano de 1979 quando do bispado de  Bispo Dom Teodardo Leitz.  Entre as várias irmãs que marcaram presença nesta Diocese  recordamos Ir.  Clotilde Chiara ( in memória) que ousou iniciar uma nova e primeira missão em Dourados e Ir. Helena Gonçalves da Silveira ( in memória) que após intensos anos de missão nestas terras, ali se despediu encerrndo sua missão nesta  vida.

 

A ela nossa gratidão! A evangelização e catequese no âmbito diocesano foi  o  que marcou a presença missionária desenvolvida pelas irmãs desta comunidade. Muitas jovens foram despertando para a vocação religiosa consagrada nesta região. Ir. Irma Guarnieri envolvida com a pastoral da juventude sempre muito atenta e dedicada à juventude  que aqui encontrou não mediu esforços no acompanhamento de tantos jovens em busca de discernimento vocacional. Com a demanda de uma casa para o noviciado nasce em 1992 uma nova fundação das Servas na Diocese. As duas comunidades situadas próximas uma da outra passam a ser apoio uma para a outra. Por vários anos  a residência serviu de  casa de formação das noviças  da congregação e posteriormente casa de acolhida de jovens em dicernimento vocacional. Louvamos e bendizemos pelos frutos que hoje servem ao Reino nos mais diversos serviços missionários. Entre eles destacamos a missão intercongregacional no Haiti na pessoa de Ir.Maria Câmara.

A realidade desta região de fronteira e fortemente marcada pelos desafios do  povo indígena Guarani Kaiowa  continua a nos interpelar. Atualmente a comunidade é composta por tres irmãs. Buscam responder o chamado à vida consagrada na vivência do carisma trinitário. Marcam presença na Igreja de Dourados através da evangelização. Atuam nas pastorais sociais ( cáritas e pastoral da saúde, pastoral da criança indígena e projeto de apoio a pequenas iniciativas das mulheres indígenas Guarani kaiowa). A mística e espiritualidade trinitária é o marco de todas as ações que buscam desenvolver.

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   As Irmãs Servas da Santíssima Trindade,  participaram do    Aprofundamento Bíblico, sobre o Profeta Miqueias, em Salvador BA. O estudo aconteceu em meados de novembro. Vale ressaltar quão atual o Livro de Miqueias:  "Camponês de origem, o profeta Miqueias captou os sussurros do Deus da vida no final do século VIII a.C., quando o território de seu povo estava sendo devastado pelos assírios imperialistas. Para Miqueias, a cobiça e as injustiças sociais deixam Deus possuído por uma ira santa. “São vocês os inimigos do meu povo: de quem está sem o manto (como os Sem Terra e sem-casa, de hoje), vocês exigem a veste; vocês expulsam da felicidade de seus lares as mulheres do meu povo (como milhares de meninas que são empurradas para a prostituição infanto-juvenil), e tiram dos filhos a liberdade que eu lhes tinha dado para sempre (Miq 2,8-9)." 

 Formação Litúrgica da Paróquia Santo Antonio do Argoim - BA. Aconteceu no corrente mês.

O Tema : Ciclo do Natal Ano C - 2015. 

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Comunidade Ir.Clotilde Chiara – Caiambé – Tefé/AM

Processo de fundação da comunidade: 

 

   No período de julho de 2007 a junho de 2008, Ir. Rosa Maria Gomes fez parte da Equipe Itinerante, eligiosas/os de congregações diferentes que atuavam como missionários no Amazonas. Durante este tempo foi percebendo que não se identificava com o projeto da equipe e, ao mesmo tempo, foi gestando o sonho de uma frente missionária congregacional na região Norte, prioridade sempre presente nas últimas assembleias da Congregação. Ao deixar a Equipe Itinerante em 28 de junho de 2009, Ir. Rosa sentiu-se chamada a passar por Tefé, a fim de conhecer a caminhada da Prelazia. Este projeto já tinha raízes mais antigas, das quais destacamos o encontro de Rosa com a delegação de Tefé no sexto Intereclesial das CEBs em Trindade – GO, em 1986. Outra tentativa de conhecer a realidade missionária da Igreja da Amazônia de Ir. Gelza Maria Freitas Ribeiro fez contado com o bispo da Prelazia de Tefé, em 2002, para sondar a possibilidade do estágio missionário das noviças na Prelazia, o que foi descartado pelos custos. 

Na passagem por Tefé, em 2008, Ir. Rosa entrou em contato com o bispo da prelazia, D. Sergio Eduardo Castriani e ficou durante o segundo semestre de 2008, para um estágio na Prelazia. Durante este tempo, Ir. Gelza Maria, Coordenadora Geral, esteve em Tefé  para conhecer a realidade missionária.  Estando em Tefé, visitou algumas comunidades indicadas pelo Bispo,  juntamente com Ir. Rosa,  após esta sondagem, ficou encaminhado com o bispo a abertura de uma frente missionária na Prelazia de Tefé, mais especificamente, na comunidade Vila de Caiambé.  Na sequencia a coordenação geral enviou as Ir. Nair de Oliveira e Ir. Marlene Piegorini para compor a futura comunidade. Porém, antes de concretizar a fundação da comunidade, D. Sergio Eduardo Castriani fez questão de conhecer mais de perto a Congregação, esteve no Rio de Janeiro, em outubro de 2008, onde estava reunido um grupo de irmãs, praticamente uma de cada comunidade da Congregação.

 

A fundação da comunidade aconteceu no dia 28 de fevereiro de 2009. Neste mesmo dia as irmãs chegaram em dois barcos um da Prelazia e outro da Paróquia, fizeram parte deste momento Ir. Marta Francisca Lopes, economa geral, D. Sergio, bispo da Prelazia, Pe, Vitor Ferros, pároco da Paróquia Divino Espírito Santo, da qual Caiambé faz parte, religiosas e lideranças da sede da paróquia.  No porto de Caiambé aguardavam as irmãs, lideranças da comunidade, acompanhadas de um grupo de crianças com cartazes de boas vindas. Seguiram para a Igreja da comunidade, acolheram as irmãs com muitos cantos e palavras de carinho. À noite aconteceu a celebração de “posse” das irmãs, presidida por D. Sergio e concelebrada por Pe. Vitor. Na celebração as irmãs se apresentaram e Ir. Marta foi convidada a apresentar a Congregação. Após a celebração, a comunidade ofereceu um jantar, bem do jeito caboclo, para as Irmãs e os visitantes, na casa onde, num primeiro momento as irmãs residiram.

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Os primeiros passos:

   Devagar (muito devagar) as irmãs foram conhecendo as pessoas e a realidade da Vila que, naquele momento, se encontrava quase em “caos”:  não se percebia existência de politicas públicas  para atender a população, assim como, a comunidade eclesial também estava bastante desarticulada.

Nesta região os grandes desafios são as distancias e os meios de transportes, tudo muito demorado. A comunidade do Caiambé pertence a uma paróquia que tem quase 60 comunidades todas situadas a beira dos rios ou dos lagos, chamadas de “ribeirinhas”, divididas em 08 setores. Nessas comunidades há muita precariedade, entre tantos outros aspectos, destacamos o que se refere a comunicação, a energia e água potável. Ainda há o fenômeno da cheia e da vazante que boa parte dessas comunidades vivencia anualmente.  A missão das irmãs,  inicialmente, se intensificou na comunidade da Vila de Caiambé  e 

no Setor Caiambé, (composto por 07 comunidades, naquele momento) depois se estendeu a outras comunidades da paróquia nas visitas pastorais e nos cursos: liturgia, catequese e bíblico. 

 

O hoje da comunidade:

   Atualmente, a comunidade é composta por três irmãs que continuam atuando na comunidade do Caiambé com atividades com crianças (catequese), adolescentes (adolescência missionária), com pastoral da criança, jovens, famílias, liturgia e acompanhamento às comunidades do Setor Caiambé. Na presença social as irmãs acompanham e assessoram o grupo da horta comunitária, grupo de famílias do projeto da macaxeira adubada e com  atuação na área da assistência social no poder público municipal. Os desafios são muitos nesta região, porém, a experiência da presença da Trindade revelada através das pessoas com seu jeito simples de ser, viver e fazer história neste chão que por um lado, tão belo por natureza. E, por outro lado,  tão marcado por uma vida sacrificada pelas dificuldades do trabalho pesado, no caso das famílias ribeirinhas, assim como pela ausência de politicas públicas efetivas que garantem direitos e dignidade.

Histórico da Ermida – Casa de Retiros Ermida Nossa Senhora da 

Santíssima Trindade 

 

   Em 1957, foi adquirida a propriedade. Era um Hotel desativado.

Em 25/03/1958, foi inaugurada a Comunidade das Irmãs Servas da Ssma. Trindade. Sob a proteção de N.Sra. da Ssma. Trindade começava como Casa de Oração e de Formação Inicial das Irmãs. Com o Concílio Ecumênico Vaticano II, muitas coisas mudaram na formação dos Religiosos. O Noviciado foi transferido para o Rio de Janeiro.

Em 1987, a Casa voltou a receber as postulantes. A Formadora, Ir. Helena Teresinha Rech empenhou-se em transformar a Casa para Encontros e Retiros. Conseguiu construir a Capela, mais 4 quartos contíguos à Capela e o Refeitório com cozinha adequada. Mais tarde construiu a Sala de Palestras. Em 2009, foi inaugurado o prédio para residência das Irmãs, com anexos para a Casa de Retiros, como 2 lavanderias, quarto para as funcionárias e cozinha com forno à lenha.

Hoje a Casa de Retiros Ermida está consolidada. Anualmente passam pela Ermida mais de mil pessoas, entre as quais, Religiosas (os), Catequistas, Juventude. Encontros e Cursos de formação, Retiros Espirituais historiam a programação da Casa, que é um espaço sagrado, tranquilo, de paz e oração onde cada peregrino pode  refazer suas forças, encontrar-se a sós com Deus Trindade para prosseguir sua caminhada de Fé-Vida.  .

 

Comunidade Trindade

   Fundação 10 de outubro de1951.

No início de nossa Congregação, Ir. Maria Celeste desejosa de ver expandir o Carisma 

e a Missão da Congregação em outros lugares fora do RJ, aconselhou-se com D. Jaime Barros Câmara; e o mesmo não vendo nenhum impedimento acolheu a cidade de Juiz de Fora por ser mais próxima do Rio de Janeiro. Depois de escuta e reflexões, sobre a possibilidade de desenvolver um trabalho nesta cidade, que oferecia grande facilidade para estudos, trabalho vocacional e Missões Catequéticas: as Irmãs Aurora, Isaura e Eventina deram início à abertura desta 2ª comunidade da nossa Congregação.

No início foi um trabalho com ênfase na educação: foi fundado o Instituto SSma. Trindade que funcionou por vários anos; um trabalho bem gratificante na época.

Neste período funcionava em nossa casa, o Centro de Catequese da Diocese, onde nossas Irmãs através de Missões Catequéticas, contribuíam na formação de novos (as) agentes de catequese e formação de liderança. Com o passar dos anos fechamos o colégio, e nossa comunidade se dedicou mais ao trabalho profissional fora fazendo dele também, uma missão e fonte de sustentação: trabalhando em hospitais, ensino religioso e pastoral.

- Neste momento nossa comunidade dedica-se, a um pensionato em nossa própria casa, para acolher jovens estudantes que geralmente vêm das cidades oriundas de Marcamos nossa presença na Arquidiocese, através da participação no movimento de Cursilhos de Cristandade; trabalhos na Cúria da Arquidiocese; assistência ao Espaço Vida (Lar de Idosas/os), visita às famílias e aos doentes.

 - Na alegria do evangelho como nos pede o nosso Papa Francisco, vivemos em comunidade e missão, buscando sustentar nossa vida:  na oração, na partilha, estudos e reflexões para tornar a SSma. Trindade mais conhecida e Amada; fazer com que a pessoa humana, seja tratada com dignidade e descubra sempre mais, que é Templo Vivo de Deus Uno e Trino!

 

Juiz de Fora - MG